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Realmente, o assalto foi democratizado no país. As duas maiores patentes do poder judiciário federal foram vítimas da criminalidade. A presidente do Supremo Tribunal Federal, Ellen Gracie e o vice-presidente do órgão, ministro Gilmar Mendes, foram vítimas de um arrastão, a semana passada, na saída da Linha Vermelha, no Rio de Janeiro. Eles haviam desembarcado no aeroporto do Galeão e seguiam para a zona sul carioca, quando foram parados por um falso bloqueio da polícia. Ocupantes de pelo menos quatro carros também foram assaltados. Segundo três das vítimas que registraram ocorrência, os criminosos levaram documentos, celulares, dinheiro e relógios. A Linha Vermelha tem 178 favelas espalhadas por 22 km, por onde passam cerca de 130 mil automóveis diariamente. Os ministros do STF foram resgatados por seguranças armados do Tribunal de Justiça que faziam a escolta. Logo após o incidente, recebi diversas ligações telefônicas de jornalistas, indagando-me se a postura dos agentes de segurança em não reagir ao assalto estava certa ou errada. É importante diferenciarmos segurança pública de segurança pessoal. A escolta, que era realizada pelos agentes, tinha como finalidade proteger a integridade física dos magistrados. Pelas informações fornecidas pela imprensa, o veículo dos ministros seguia na frente do automóvel da escolta, posicionamento que entendo ser equivocado. Quando o esquema para escoltar autoridades ou executivos conta com apenas um automóvel, deve se posicionar à frente, para se antecipar a eventuais problemas. Outro ponto interessante, é que jamais a pessoa a ser protegida deve dirigir. O veículo deve ser conduzido por um motorista devidamente treinado e capacitado em técnicas de direção defensiva e evasiva. Por outro lado, analisando o episódio, entendo que a equipe de seguranças se comportou de forma inteligente. A abordagem criminosa foi praticada por diversos meliantes fortemente armados. Qualquer tipo de reação poderia colocar em risco a vida dos magistrados, das demais vítimas que lá estavam e tambem dos seguranças. 

 

Dr. Jorge Lordello

 

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