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Tenho alertados os leitores desta coluna semanal, das cautelas que se deve ter no uso de cartões de crédito e de bancos. Os golpistas se multiplicam em progressão geométrica, atraídos pelos enormes lucros e pela relativa impunidade, pois a maioria das vítimas não registra boletim de ocorrência, impedindo assim a ação das autoridades. Localizei, recentemente, um vendedor que quase se tornou vítima em um posto de gasolina. A atenção o salvou de sérios prejuízos. Acompanhe a narrativa: "Não tenho hábito de carregar cheques ou dinheiro. Uso diariamente meus cartões magnéticos. Confesso, que de tanto usar a gente perde um pouco do cuidado, e aí o pior pode acontecer! No meu caso, me dei conta do golpe na hora, mas foi por sorte, pois normalmente não daria tanta atenção ao digitar minha senha. Abasteci o carro e na hora de pagar, o frentista fez a gentileza de me alcançar a maquininha; só que nesse momento os dedos dele taparam o visor. Digitei e ele colocou de volta na bancada, mas, por engano, digitei um número a menos, e ele falou: " faltando um número". Como eu estava ao lado, olhei rapidamente para o visor, minha senha estava ali ao invés dos tradicionais asteriscos. Levei um susto. Saí do carro, comecei a discutir com ele, que não conseguia explicar como minha senha havia aparecido no visor da máquina. Procurei o gerente do posto, que ficou indignado com a atitude do funcionário e prometeu que investigaria o ocorrido. Fiquei super preocupado, liguei para o banco e sustei o cartão. Como medida cautelar, fui a uma delegacia e lá fiquei sabendo do novo golpe. O golpista, travestido de frentista, faz a gentileza de segurar a máquina para o cliente digitar a senha. Ocorre que ele não digita o valor gasto pelo cliente, mas manda digitar a senha do cartão do banco, que vai aparecer no visor, que ele tampou com a ponta dos dedos. Como ele não colocou o valor da compra, os dígitos da senha aparecem no visor e são decorados pelo malandro. Aí, ele diz que, por algum motivo a máquina não registrou e faz novamente o procedimento, só que correto, e a vítima é debitada da despesa. Pronto, o golpista tem a senha anotada e o número do cartão que fica registrado na bobina". Portanto, jamais desvie sua atenção na hora de digitar sua senha. Não tenha vergonha de pedir para que estranhos se afastem e tampe com sua mão o visor da maquininha. Assim, você fará compras com segurança, sem correr riscos de se tornar vítima e acabar num plantão policial.

 

Dr. Jorge Lordello

 

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