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Estou arrependida, quero abortar Email

Uma mulher, com seu bebê no colo, entra apavorada no consultório do ginecologista e diz: "Doutor, fiz uma grande besteira. O senhor tem que me ajudar; conto com seu sigilo. Estou com problema seríssimo. Me separei há seis meses; meu filhinho nem completou dois anos ainda e acabo de descobrir que estou grávida do namorado que conheci há pouco mais de 2 meses. Não desejo ter outro filho agora, em tão curto espaço de tempo. Planejo para daqui há no mínimo 5 anos". O médico, então, perguntou: "Muito bem, mas o que a senhora deseja? Por que me procurou?" Timidamente, a paciente respondeu: "Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua colaboração". O médico pensou um pouco e depois de algum tempo de silêncio disse à mulher: "Aceito seu pedido, mas tenho um método melhor para solucionar sua pendência, pois será menos perigoso para sua saúde". A mulher abriu largo sorriso de satisfação e o profissional continuou sua explanação: "Veja bem, para não ter que ficar com os dois bebês de uma vez, é mais simples matar esse que está em seus braços. Assim, poderá ter um período de descanso até o outro nascer, pois está grávida de apenas 3 meses. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro, não é verdade? Até porque, sacrificar esse garotinho é mais interessante, pois a senhora não correrá nenhum risco de morte ou sequelas ao abortar". A paciente apavorou-se e bradou: "Não doutor! Que horror! Matar uma criança é crime". O médico replicou: "Concordo plenamente contigo, mas não podemos esquecer que aborto também é crime pois faz cessar a vida de um ser humano indefeso". O profissional percebeu no semblante da moça que sua estratégia surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas que já vive em seu ventre". Entre 18 e 39 anos, de cada 100 mulheres, 15% já fez aborto. Entre 35 e 39 anos, de cada 5 uma já fez. Cerca de 1 milhão de abortos são realizados, clandestinamente, por ano no Brasil. O delito de aborto está previsto no Código Penal, no capítulo dos "crimes contra a vida". O aborto provocado pela gestante prevê pena de 1 a 3 anos de detenção. Aquele que provoca o aborto com o consentimento da gestante será apenado com 1 a 4 anos de reclusão. Por outro lado, não podemos esquecer que não se pune, em duas situações, o aborto praticado por médico: I) se não há outro meio de salvar a vida da gestante II) se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.

 

Dr. Jorge Lordello

 

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