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Central de Alarme ou Central de Processamento Email
É o coração do sistema Recebe todas as informações dos sensores e dos teclados de controle (ou controle remoto), alertando sobre a emergência.

Em seguida a Central de Alarme, conforme sua programação poderá:

  1. Avisar o responsável pela segurança do local (ex: porteiro, zelador ou sindico), chamado de alarme silencioso;

  2. Realiza discagem telefônica para numero previamente programado. Nem todas as centrais de alarme possuem esse excelente meio de comunicação a distância. Sua função é discar um ou mais números telefônicos, conforme programação pré-determinada, enviando mensagens gravadas, bips ou som de sirene disparada, informando ao responsável pela segurança do sinistro que acabou de ocorrer. A discadora sabe reconhecer quando uma linha telefônica não atende ou esta ocupada e imediatamente disca para outro numero com a finalidade de informar a ocorrência no imóvel. É importante salientar que não se deve programar numero telefônico ligado à secretaria eletrônica. (Alguns cuidados para a instalação da linha telefônica na central de alarme: a) Linha telefônica convencional (CPA ou Decádica) deve ser instada diretamente na central de alarmes, antes de qualquer aparelho telefônico ou PABX, pois a discadora da central sempre terá prioridade na ligação b) Linha telefônica digital do tipo ADSL, não deve ser instalada diretamente na central, pois precisa passar antes por um modulo de conversão;

  3. Disparar sirene no local (alarme sonoro);

  4. Avisar a central de monitoramento externa, se houver;
Toda essa comunicação pode ser realizada com e sem fio (radiofreqüência). Existem diversos modelos de centrais de alarme, esses modelos vão variar de acordo com a quantidade de sensores a ser utilizado (número de zonas, onde o ideal é que se tenha uma zona para cada sensor) e com a complexidade desejada para o sistema (maior número de funções).

Existem centrais de alarme que também assumem funções de controle de acesso e detecção de principio de incêndio. Deve ser instalada em local de acesso restrito não devendo ser percebida por pessoas estranhas ao local. A Central de Alarme pode ser programada e acessada através de um teclado próprio (teclado de comando) que normalmente é instalado próximo do operador do sistema ou através de computador.


Modernas centrais de alarme ainda possuem:

Central de Alarme ou Central de Processamento » Filtros contra alarme falso e também contra interferências externas, como raios, variação de tensão, pequenos animais, etc.;

» Conexão 24 horas com a Central de Monitoramento Externo;

» Identificação e registro de quem ativa ou desativa o alarme, através de senhas individuais para cada usuário;

» Bateria No-Break (com verificação automática de carga), evitando interrupção do funcionamento do alarme em caso de falta de energia elétrica;

» Proteção por zona: No sistema de sensoriamento sem fio a central de alarme fará a identificação de cada sensor que emitir um sinal de sinistro. Já no sistema com fio a central de alarme reconhece o sinistro por zona, ou seja, muro dos fundos, 3 andar e assim por diante.

» Botão de pânico: É mais um equipamento a disposição do vigilante, porteiro, zelador, morador etc. que tem por finalidade disparar o alarme (sonoro ou silencioso), com o intuito de inibir a ação do marginal que esta tentando promover a invasão. O botão de pânico também pode estar atrelado à empresa de monitoramento que saberá do inicio do sinistro e tomara as providencias cabíveis (acionar a PM pelo 190 e/ou enviar viatura de apoio com vigilantes). O acionamento é feito manualmente e geralmente o botão de pânico é instalado em locais discretos, mas de fácil acesso para os responsáveis pela segurança do imóvel. Pode-se optar ainda pelo botão de pânico sem fio que será carregado pelo vigilante, porteiro, zelador etc.

» Sirenes: É acionada pela central de alarme quando um ou mais dos sensores é acionado, ou quando o sistema for violado (tentativa de sabotagem). Normalmente usa-se sirenes eletrônicas de 120 decibéis a 1 metro de distância, existem também sirenes que reproduzem a voz humana, a sirene de polícia e o latido de um cachorro. Deve ser instalado em local de difícil acesso e que não abafe o som, de preferência, devem ser aplicados no mínimo duas sirenes em locais opostos da edificação, para que em caso de sabotagem de uma delas a outra possa dar o alarme a tempo.

» Interface celular de alarmes: Equipamento utilizado para evitar fraudes e garantir o funcionamento do sistema de alarme, atuando como supervisor, controlador e backup de segurança. Em caso de falha e sabotagem na linha telefônica ou na própria central de alarme, o aparelho assume o controle da área protegida, comunicando, via celular, qualquer ocorrência para a central de monitoramento e/ou diretamente para o telefone do proprietário do sistema.

» Fonte de alimentação e bateria: A fonte de alimentação tem a função de transformar a energia elétrica alternada (110 ou 220 V) em tensões continuas apropriadas para alimentar a central de alarme, sensores, discadoras etc. e também carregar em flutuação a bateria sobressalente, para que ela alimente o sistema principalmente se marginais cortarem a energia elétrica do imóvel. A bateria é alojada na central de alarme. Deve ser selada, não necessitando assim de água destilada para sua manutenção, garantindo o funcionamento do sistema na falta de energia elétrica. Sua autonomia ira depender de alguns fatores, mas principalmente de sua capacidade de Ah(ampere/hora). Existem baterias para 6, 12 ou mais horas. Salienta-se também que a fonte de alimentação AC(110/220) da central de alarme deve ser energizada diretamente no quadro elétrico, sem passar por qualquer disjuntor ou fusível de proteção, com o intuito de evitar o desligamento da central de alarme e conseqüentemente a descarga da bateria.

Fonte: Revista Eletrônica Total

 

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