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Medo é um mecanismo de nosso inconsciente, criado para nos proteger. É um poderoso instrumento que pode nos alertar dos perigos. Poucas pessoas entendem a importância do medo e acabam sendo dominadas por ele, gerando, assim, problemas de ordem emocional, como síndrome do pânico, fobias, traumas etc. 

Medo Não devemos deixar o medo nos dominar, mas sim fazer dele um instrumento de alerta precioso, que nos avisa dos perigos que estão ao nosso redor.

O medo é um bom empregado, mas um péssimo patrão. Coloque-o para trabalhar para você e obtenha resultados favoráveis à sua segurança e bem-estar.

O medo, às vezes, confunde-se com o que chamamos de “preocupação exarcebada” ou sem motivo aparente. Quando isso acontece, temos o “medo injustificado”, que nada mais é que o medo criado pela mente, fruto da imaginação.  É como preocupar-se com a preocupação.

Qual é o seu medo?

A mãe permite que seu filho que já tem 21 anos e tirou sua carteira de motorista há três dirija o carro dela para ir a uma festa. O rapaz promete voltar antes da meia-noite, mas ela não consegue dormir, pois fica preocupada, pensando na possibilidade de um grave acidente ou de um seqüestro relâmpago. O garoto não chega no horário combinado e a mãe, desesperada, liga várias vezes para o celular dele, mas só dá caixa postal. Quando ela já se preparava para ir à polícia denunciar o desaparecimento do filho, ele chega a casa e, sem dar muitas explicações, vai para o quarto dormir. A mãe, então, tranqüiliza-se, percebendo que tivera um “medo injustificado”. Porém, se o filho não tivesse habilitação e treinamento para dirigir e ainda assim a mãe permitisse que ele conduzisse o carro dela, aí, então, teríamos um caso de “medo justificado”.

Os riscos da inércia e da omissão

A inércia e a omissão de muitos pais em mostrar a seus filhos — crianças e adolescentes — os caminhos que levam à segurança podem acarretar duas conseqüências:

1. Os pais passam a ter problemas de ordem emocional, pois no fundo sabem que seus filhos não estão preparados para conviver com os perigos da vida.

2. Os filhos, por absoluta falta de informação, passam a correr riscos desnecessários.

Em países desenvolvidos, nos quais os índices de criminalidades e de acidentes são reduzidíssimos, as pessoas têm uma postura preventiva muito mais aguçada que no Brasil. Ao caminhar pelas ruas do Japão ou da Finlândia, por exemplo, nota-se claramente que as pessoas estão muito atentas à sua proteção, o que não se costuma ver em países com taxas elevadas de crimes violentos, como o Brasil, a Colômbia ou a Venezuela.

O segredo para a diminuição de riscos em nações consideradas de primeiro mundo é o investimento maciço do governo em cultura preventiva, abrangendo não apenas os adultos, mas também — e principalmente — as crianças.

Prevenção funciona como uma capa invisível que nos protege da criminalidade e nos livra de acidentes. Enquanto alguns países preferem tratar das doenças, outros, mais avançados, investem pesadamente em saúde, como forma de qualidade de vida. Esse é o principio da prevenção.

Em algumas áreas dos Estados Unidos, quando uma família deseja fazer uma festa em sua casa em que servirá bebida alcoólica, é obrigada a avisar a delegacia do bairro com antecedência, informando o horário de início e de término da festa. No dia do evento, uma viatura da polícia fica estacionada na frente da residência, evitando que pessoas embriagadas dirijam veículos. Na Brasil, a polícia espera o acidente acontecer para, depois, encaminhar uma unidade de resgate ou ambulância para tratar dos feridos ou o carro fúnebre para recolher os corpos dos mortos.

Dr. Jorge Lordello 

 

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