Página Inicial arrow Prédios e Condomínios arrow Segurança na rua: Solução ou Problema?
Quinta-feira - 27 de Novembro de 2014

Segurança da Mulher

Assédio Sexual
Dicas Especiais

Segurança no Trabalho

Incêndio

Segurança da Informação

Espionagem Industrial

Frases do Dr. Lordello

frase6.png

Enquete

Quais as razões para o aumento da criminalidade?
 

Cadastre-se no Portal

Cadastre-se no Portal e receba nossos informativos periodicamente, além de concorrer a livros e convites para palestras.

:




Redes Sociais

Siga-nos no Twitter!
Visite nosso canal no Youtube!

Nossos Parceiros

Grupo GP
FL Terceirização
Full
Wall Service
Crimes & Acidentes
Grupo Padrão
Grupo Titanium
Método Lordello de Treinamento em Segurança
Ganhe mais visibilidade. Anuncie aqui!
Porto Service
NR Service
JSEG Vigilância
Terras de Gênova
Associação Nacional de Agentes de Segurança
Leão Serviços
Pro Security
Protecães
Méthodo Gestão Educacional
Avitran
Condomínio em Foco
ASC Service
Grupo Vip
QAP Segurança
Life Condomínios
Top Clean
Comunicação Juridica
ATS Terceirização
Seguridade
Good Clean
Lordello Consultoria

Quem está On-line

Nós temos 4 visitantes online
Segurança na rua: Solução ou Problema? Email
Nos últimos 5 anos, grupos criminosos que se dedicavam ao seqüestro, assaltos a bancos e outros delitos graves, migraram suas atividades para um filão muito rentável e menos perigoso.

Centenas de prédios residenciais e comerciais foram invadidos em todo país, e o clima de insegurança tomou conta de moradores e empresários. Uma nova fórmula de proteção patrimonial tem sido usada ultimamente.

Algumas empresas de segurança estão optando em colocar um homem desarmado na rua, geralmente próximo à entrada da garagem, ao lado de um grande guarda sol, onde está estampado o nome da firma e telefone para contato. Pesquisei junto a alguns moradores que resolveram apostar nessa nova estratégia. Eles acreditam que a "sensação" de segurança é positiva; no entanto, devemos fazer uma série de reflexões sobre esse sistema.


Senão vejamos:
O conceito de segurança patrimonial se dá intra murus e não fora da propriedade particular. A responsabilidade constitucional de zelar pela segurança do cidadão, nas calçadas e ruas, é do Estado, com seu aparato preventivo e repressivo. Outro ponto a ser analisado, refere-se ao fato de que em todos os prédios públicos ligados às forças policiais municipais, estaduais e federais, a proteção patrimonial não é feita com homens nas calçadas, e sim no interior das corporações, onde estão protegidos.

Mas será que aquele homem uniformizado, que geralmente não é um vigilante treinado e credenciado pela Polícia Federal, e sim um porteiro ou controlador de acesso, que porta apenas um rádio transmissor, é capaz de impedir ou inibir um arrastão no edifício? E nos horários de refeição ou utilização de banheiro, quem cobre sua ausência?

Outro ponto preocupante é o fato desse profissional exigir que o morador abra os vidros do veículo antes de entrar na garagem, para verificar a idoneidade dos passageiros. Qual será a postura do funcionário, se no interior do auto estiverem dois assaltantes armados? E se os bandidos, sentindo-se acuados, atirarem no vigia ou no próprio morador; de quem será a responsabilidade para fins indenizatórios? Será que o chamado "segurança da rua", está pelo menos protegido com seguro de vida?

Creio que não... Orientamos os síndicos a tomarem muito cuidado com estratégias mirabolantes que podem aumentar as despesas mensais do condomínio e fornecer apenas "sensação" de segurança e não segurança propriamente dita.

Dr. Jorge Lordello 

 

< Anterior   Próximo >
 AdvertisementAdvertisement