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Muitos pais ficaram chocados com o gravíssimo acidente de trânsito que ocorreu no início de setembro de 2006, em uma das ruas que margeias a Lagoa Rodrigo de Freitas, no RJ, que resultou na morte de cinco jovens.

Às 5h30min, um grupo de amigos deixou a boate Sky Lounge; a adolescente Ana Clara Rocha, de 17 anos, percebeu que seu namorado, Ivan Guida, de 19 anos, havia exagerado no consumo de bebida alcoólica, e ficou com receio de voltar para casa de carona com ele. A amiga do casal, Thayana Nascimento, de 16 anos, comentou que eles brigaram, pois Ana não queria entrar no carro, mas acabou cedendo à vontade do rapaz. Outros três jovens, Joana kuo (20 anos), Manoela Rocha (18 anos) e Felipe Travassos (22 anos), também aceitaram a carona de Ivan Guida. Poucos minutos depois, em altíssima velocidade, o motorista perdeu o controle do automóvel Honda Civic, bateu fortemente no canteiro central, e após capotar, chocou-se contra uma árvore. Quatro ocupantes morreram no local, a quinta vítima faleceu no hospital.

Foi confirmado o uso excessivo de bebida alcoólica pelo condutor do veículo e pela maioria dos ocupantes, através do teste de alcoolemia no sangue dos falecidos, providência requisitada pelo delegado plantonista da polícia civil carioca que atendeu o caso.

Conclusão: 4 dos 5 jovens de classe média alta haviam consumido bebida alcoólica em excesso no dia dos fatos. A maior concentração de etanol foi encontrada em Felipe Travassos, de 22 anos, apontando 1,97 g/l (gramas por litro de sangue). As adolescentes Manoela Roca, de 16 anos e Joana Kuo Chamis, de 17 anos, apresentaram 0,78 e 0,69 g/l respectivamente. O motorista do Honda Civic, Ivan Rocha Guida, de apenas 18 anos, tinha 1,39 g/l, ou seja, duas vezes mais que o permitido pelo Código Nacional de Trânsito, que é 0,6 g/l.

Tragédias como essa acontecem quase que diariamente pelo país. A mistura álcool e direção têm provocado milhares de mortes, lesões e muita tristeza para aqueles que perdem entes queridos nas estradas, avenidas e ruas brasileiras.
Participei do programa "A casa é sua", ancorado pela apresentadora Sonia Abraão, e forneci uma série de dicas para pais, que agora compartilho com os leitores:

  1. Não permita que seu filho dirija veículo antes de completar 18 anos.
  2. O exemplo deve vir de dentro de casa. Não adianta falar para o adolescente que dirigir embriagado é perigoso e trafegar com ele de carro, após uma festa, onde o motorista bebericou à vontade.
  3. Converse francamente com seu filho, mostre que bebida alcoólica não combina com direção de carro, moto ou bicicleta.
  4. Ensine seu filho a dizer “Não" a qualquer pessoa que lhe ofereça carona, aparentando estado de embriagues ou uso de drogas.
  5. Estipule um horário aproximado para jovens regressarem das chamadas "baladas" nos finais de semana.
  6. Faça contato com os pais dos amigos de seus filhos e troque informações a respeito de drogas, álcool, festas etc.
  7. O esforço de buscar filhos à noite ou madrugada ou fornecer condições para que eles voltem de táxi, é uma medida de segurança necessária nos dias atuais, haja vista o aumento de ingestão de álcool entre adolescentes e jovens.


A Universidade Federal de São Paulo entrevistou cerca de 2000 motoristas em diversas cidades brasileiras e verificou que 37,4% costumam dirigir apos ingerir bebida alcoólica. A pessoa que dirige embriagada além de perder 7 pontos na carteira de habilitação recebe multa de R$ 957.70, terá o veiculo apreendido e suspensão do direito de conduzir veículo automotor.

Alguns pais optam por vigiar os filhos através das páginas do Orkut, outros escutam conversas pelo telefone ou por detrás das portas, mas tenho absoluta certeza que a melhor estratégia é o exemplo, que deve brotar dentro de casa. Não adianta pedir ao filho que não dirigia sob efeito de álcool, se ele presenciou essa cena, por diversas vezes na própria família.

Dr. Jorge Lordello 

 

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