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Terça-feira - 23 de Julho de 2019

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A blindagem ganha espaço e alternativas menos onerosas no mercado brasileiro Email
Blindar o carro, no Brasil, deixou de ser coisa de milionários e chefes de estado, para se popularizar entre proprietários de carros médios. Apesar do alto preço (a partir de R$ 35 mil), ter um automóvel à prova de balas passou a ser uma necessidade para se trafegar tranqüilamente nas grandes e perigosas cidades brasileiras.

Enquanto em países como Colômbia, Peru, México, Rússia e EUA veículos são blindados para proteção contra atentados e narcotráfico, no Brasil o principal motivo são os seqüestros e assaltos. O País é um dos maiores mercados de blindagem do mundo, além de ser um dos que mais crescem.

A aramida, material de grande resistência que preenche os coletes à prova de bala, é um elemento essencial da blindagem
A aramida, material de grande resistência que preenche os coletes à prova de bala, é um elemento essencial da blindagem
 

 

Em 1997, existiam apenas sete empresas especializadas. Hoje são 44 só em São Paulo, que blindam juntas cerca de 500 veículos por mês. Cerca de 85% destes automóveis são vendidos em São Paulo. Em seguida, os maiores compradores destas fortalezas são do Rio de Janeiro e, curiosamente, do Nordeste.

Os carros são levados às empresas (todas em São Paulo), em geral de caminhão. Deles são retirados bancos, painel, vidros e acabamento. Portas, colunas, teto e outras áreas vulneráveis recebem forros de aramida. Trata-se de um material resistente a impactos violentos e que pesa bem menos que o aço. É este o material usado em escudos de tropas e coletes à prova de balas.

Algumas empresas possuem materiais de tecnologia própria, patenteados, e em alguns níveis de blindagem é usado também o aço. Os vidros são substituídos por outros bem mais espessos, compostos de fatias de vidro laminado e plástico policarbonato (o mesmo usado em lentes de farol, leve e resistente). Cerca de 40 dias depois, o veículo está pronto.

O carro é todo desmontado para a montagem da proteção

As empresas que fazem este tipo de serviço recorrem a normas norte-americanas e européias, já que a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) não possui a sua. Para complicar, algumas blindadoras ainda criam seus próprios parâmetros. Portanto, os níveis de blindagem não são padronizados, dificultando comparações entre as empresas.

Basicamente, a opção de entrada (nível 3) é aquela que oferece proteção contra armas curtas (revólveres e pistolas). O preço varia de R$ 35 mil a R$ 60 mil, dependendo do porte do carro. Já que o aumento de peso fica entre 85 e 110 kg, não é preciso o reforço da suspensão, pois o carro é dirigido como se houvesse um ou dois passageiros a mais.

Já para quem quer ficar invulnerável a fuzis AR-15, AK-47 e Fal, é necessária a blindagem de nível 4 ou 5. Com o peso aumentado em cerca de 400 kg, é necessário reforçar molas, amortecedores, freios e dobradiças das portas. O preço atinge cifras consideráveis -- por volta de R$ 120 mil! Para todos os níveis existem opcionais como pneus capazes de rodar furados, sirenes, sistema de comunicação com o exterior via alto-falante, entre outros.

Os vidros são espessos e incluem uma camada de plástico policarbonato. O problema é a distorção das imagens
Os vidros são espessos e incluem uma camada de plástico policarbonato. O problema é a distorção das imagens
 

 

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Alternativas mais em conta 

 

Fonte: UOL / Por: Henrique Mendonça 

 

 

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