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Quais os prejuízos sofridos por quem vive julgando e rotulando os outros? Email

 

As mídias sociais vieram a expor uma realidade nua e crua: a facilidade que muita gente tem de julgar e rotular pessoas conhecidas e desconhecidas. Nos turbulentos dias atuais, essas avaliações são verdadeiras sentenças sem direito a contestação ou recurso.

Mas isso é bom ou ruim para o interior psicológico daqueles que passaram a “cuidar” mais da vida dos outros do que das suas próprias?

Alerto o amigo leitor de que não é nada saudável para a mente ficar sentenciando e rotulando quem nem sequer pediu opinião. O prejuízo emocional e a perda de energia vital é enorme para quem passa boa parte do precioso tempo avaliando situações como sendo certas ou erradas ou boas ou más.

 

Esse tipo de procedimento, extremamente negativo, gera turbulência no diálogo interior da pessoa. Com isso, é restringido o fluxo de energia vital, pois fatos exteriores passam a ser mais importantes que o eu-interior.

O não-julgamento traz paz aos pensamentos e afugenta sentimentos de raiva, inveja, ódio, opressão, medo, mágoa e, por conseguinte, a tristeza, que pode evoluir para um quadro de depressão. O não-julgamento gera silêncio mental e campo fertil para se meditar sobre o que é mais importante neste mundo, ou seja, a nossa vida.

Essa verdade é reconhecida em uma oração que diz o seguinte:

“Hoje não julgarei nada que aconteça”.

Portanto, faço desafio ao amigo leitor: esforce-se para evitar julgamentos no seu dia a dia. Busque ficar em total silêncio por alguns minutos todos os dias. Apague a luz ambiente, desligue aparelhos sonoros, descruze braços e pernas, feche os olhos, respire longa e profundamente por várias vezes e busque ouvir seu eu-interior, pois lá estão as soluções para suas dificuldades e problemas, além da chave para obtenção da felicidade e saúde.

 

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