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Síndicos devem desativar o leitor biométrico na entrada do prédio para evitar risco de contaminação Email

 Síndicos devem desativar o leitor biométrico na entrada do prédio para evitar risco de contaminação por covid-19?

Sim ou não?, eis a questão!

 

Estou em pelo menos 4 grupos de WhatsApps de síndicos, gerentes prediais e administradoras de condomínios. Uma discussão tem sido pautada e levado a dúvidas e indefinições. Acompanhe um dos comentários: 

“Tendo em vista reclamações de alguns moradores, desativei o controle biométrico através da digital da portaria e solicitei compra de cartão de aproximação e/ou chaveirinho. Assim, nenhum condômino, nem empregados, correrão o risco de contaminação pelo Covid-19”. 

Caro leitor, será que essa medida é acertada? 

 

A resposta é um sonoro “não”, em razão dos vários motivos que passarei a elencar: 

1) A mídia em geral tem noticiado tentativas de invasões a prédios logo em seguida à pandemia. Por isso, não se deve afrouxar a segurança do condomínio. O cenário poderá se complicar se a quarentena for estendida. Nesse cenário, ocorrerá o aumento substancial do número de desempregados e famílias com dificuldades de alimentação. Não podemos esquecer os milhares de presos que estão sendo soltos pela Justiça. Portanto, toda atenção para esse quadro.

2) O leitor biométrico necessita que o morador apoie o dedo cadastrado para sua identificação. Evidentemente, esse pequeno ponto torna-se foco de contaminação. Por outro lado, logo após a identificação biométrica da digital, o portão será destravado e a pessoa cadastrada terá que utilizar toda a palma de uma das mãos para abri-lo. Em seguida, terá que empurrar o segundo portão de acesso que forma a clausura de pedestres. Seguindo caminho até os elevadores, o morador, em alguns prédios, terá que pegar na maçaneta da porta do hall social e quando chegar próximo aos elevadores, também necessitará acionar o respectivo botão. Novamente o pedestre terá que pegar na maçaneta da porta do elevador e em seguida apertar o botão que o levará para seu andar. E mais uma vez terá que ter contato com a porta do elevador para abri-la. Por último, terá ainda contato com a maçaneta da fechadura da porta de entrada de seu apartamento. Portanto, desativar a biometria, além de não fazer sentido algum, diminuirá o nível de segurança do local. Isso é um fato incontestável! 

3) A prática demonstra que moradores e empregados, muitas vezes, esquecem de carregar o cartão de aproximação/chaveirinho. Nessas situações, fica a liberação do pedestre a cargo do “olhômetro” do porteiro, o que é bastante perigoso. Com a biometria através da digital não existe esse problema. 

4) Não podemos esquecer que os cartões de aproximação/chaveirinho podem ser clonados com certa facilidade e até perdidos ou subtraídos. 

5) Outra questão que é bastante comum, é o empréstimo do cartão de aproximação/chaveirinho à pessoa não cadastrada, provocando que se perca o controle de quem entra e sai do condomínio. 

6) É de se lembrar, que em prédios que não possuem biometria e usam cartão de aproximação/chaveirinho, é comum condôminos solicitarem nova identificação em razão de perda do equipamento, fragilizando, assim, a segurança. 

7)Para finalizar, se o morador estiver com as mãos contaminadas com vírus ou bactérias em razão de ter ido a supermercado ou utilizado taxi/motorista de APP, irá tambem contaminar o cartão de aproximação/chaveirinho. 

  

CONCLUSÃO:

Portanto, o problema não se encontra no leitor biométrico e sim na necessidade de se higienizar corretamente as mãos, conforme vem sendo divulgado, incessantemente, pela mídia, através de médicos infectologistas. 

Tenho orientado síndicos que têm me procurado, a manter o equipamento biométrico através da digital e disponibilizar em vários pontos do edifício álcool em gel. Entendo que em cada andar deve ser instalado equipamento com álcool em gel para que os moradores e respectivos empregados domésticos possam higienizar as mãos antes de adentrar ao apartamento. Aconselho, ainda, a fixação, ao lado do borrifador, de banner mostrando a necessidade de higienização das mãos.                                                             ,

Outro ponto fundamental, é a instalação de cartazes nas áreas de circulação de pessoas, isso com o intuito de conscientizar a todos sobre os métodos prevencionistas. 

Síndicos devem usar todas as formas para comunicar os moradores, tais como, aplicativos, whatsapp, e-mail e dicas de segurança no site do condomínio sobre as novas regras de segurança e saúde em tempos de pandemia do Covid-19, pois o problema parece que não vai ser resolvido em poucos dias ou semanas. 

 

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