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Quinta-feira - 13 de Agosto de 2020

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No meu cotidiano, utilizo bastante os aplicativos de transporte, ocasiões que aproveito para conversar com os motoristas sobre o dia a dia deles em relação à criminalidade. Muitos já me relataram assaltos, mas o que me tem impressionado, principalmente quanto aos condutores do sexo masculino, é a recorrente reclamação sobre assédio sexual praticado por passageiros homens.

Nessa esteira, tive acesso a relato de motorista de APP que trabalha na cidade de Goiânia:

“Busquei um passageiro no centro da cidade. No meio do caminho, ele perguntou se eu era casado; se gostava de homens ou se já tinha tido alguma experiência homossexual. Respondi que era casado, heterossexual e que nunca tinha tido ou pretendia ter experiência nesse sentido. Passou apenas um minuto e ele colocou a mão na minha coxa! Eu tirei e pedi para que me respeitasse da mesma forma que eu estava dando respeito. Continuei dirigindo, mas após uns 500 metros, quando eu ia trocar a marcha do carro, ele tentou colocar a mão no meu pênis. Tive a reação de bater no braço dele, impedindo, assim, que conseguisse. Imediatamente ameacei encerrar a corrida se ele tivesse qualquer outra atitude inconveniente. Ele fez cara de deboche e comentou: “Nossa, não precisa ficar irritado, só queria ver o tamanho do pacote". Após isso, ficou calado e não tentou mais nenhuma investida. Ao terminar a pior de todas as corridas que fiz entre as mais de 1300 pela Uber, o passageiro me oferta uma nota de 100 para cobrar dez reais. Comentei que não tinha troco e ele simplesmente disse que estava tudo bem; abriu a porta do carro e foi embora sem me pagar. Através do APP, relatei, imediatamente, o ocorrido em relação ao assédio sexual, como também sobre a falta de pagamento. Humilhado e envergonhado, não consegui mais trabalhar naquele dia. No caminho para a casa, um funcionário da Uber me ligou e agradeceu pelo profissionalismo de não ter agredido o passageiro fisicamente e por ter mantido o controle até o final da corrida. Garantiu que esse passageiro não poderia mais me chamar pelo aplicativo! A situação me levou a entender, que se motorista vítima de assédio fizer notificação de abuso sexual contra passageiro agressor, esse não poderá mais contatar o motorista que agrediu, mas todos os outros motoristas continuarão à mercê do tarado!”

Resolvi aprofundar o tema e descobri que a empresa Uber criou 21 categorias de assédio moral e sexual que podem ser notificados tanto pelos passageiros quanto pelos motoristas.

A intenção é categorizar os incidentes. Conheça a lista:

  • Olhando fixamente ou olhando  
  • Comentários ou gestos: fazendo perguntas pessoais  
  • Comentários ou gestos: comentários sobre a aparência  
  • Comentários ou gestos: flertar  
  • Comentários ou gestos: gestos explícitos  
  • Comentários ou gestos: comentários explícitos  
  • Exibindo material indecente  
  • Fotografia indecente sem consentimento  
  • Solicitando conteúdo sexual  
  • Masturbação/exposição indecente  
  • Ameaça verbal de agressão sexual  
  • Tentativa de tocar: parte do corpo não sexual  
  • Tentativa de beijar: parte do corpo não sexual  
  • Tentativa de tocar: parte do corpo sexual  
  • Tentativa de beijar: parte do corpo sexual  
  • Toque não consensual: parte do corpo não sexual  
  • Beijo não consensual: parte do corpo não sexual  
  • Tentativa de penetração sexual não consensual  
  • Toque não consensual: parte do corpo sexual  
  • Beijo não consensual: parte do corpo sexual  
  • Penetração sexual não consensual

Os motoristas têm à disposição um telefone 24 horas para reportar condutas inapropriadas de passageiros. Os condutores da Uber, por exemplo, precisam ter média de 4,6 (em uma escala de 1 a 5 estrelas) para continuar na plataforma. O usuário também pode ser desconectado se tiver média baixa de avaliações. O APP 99 também possui telefone exclusivo que funciona 24 horas por dia para passageiros e motoristas acionarem. 

 

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