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Quando o ciúmes saudável passa a ser doentio e perigoso Email

 

Muita gente diz que ciúmes é um sentimento importante na relação do casal, pois demonstra o interesse de um para com o outro. No fundo, ter ciúmes está relacionado com a possibilidade de perder aquele que se gosta. Estudos mostram que ciúmes moderado é saudável. Mas como saber quando está fugindo do controle e se tornando obsessivo e perigoso?

Importante ressaltar que ter ciúmes pode estar relacionado a duas causas: 

1) Falta de confiança no outro

2) Falta de confiança em si mesmo 

Cenas de ciúmes geram desconforto momentâneo. No entanto, a situação passa a ser problemática quando esse sentimento de desconfiança ou possibilidade de perda passa a ser contínuo, gerando raiva e descontrole.

O relacionamento começa a perder o controle e se torna “abusivo” quando um dos polos usa o próprio poder, seja físico, emocional ou psicológico, para controlar o outro, impondo situações constrangedoras e humilhantes à pessoa que diz amar. 

 

Pessoas ciumentas, geralmente, são tímidas e têm baixa autoestima, o que  gera sensação de insegurança constante no relacionamento. Quando o ciumento começa a perder o controle, o sentimento de amor vai ficando mais distante e dá margem para ações possessivas, abusivas e controladoras.

A intenção deste artigo é mostrar ao leitor os sinais exteriores da violência, ou seja, apontar fatos e acontecimentos que demonstrem que o ciúmes saudável da relação está sendo substituído pelo ciúmes doentio, que pode se tornar perigoso e agressivo, quais sejam: 

a) Interrogatório: querer saber do dia a dia da pessoa com quem se relaciona é algo normal, mas interrogar não. É preciso prestar atenção quando existe a tentativa de descobrir algum deslize ou pequena mentira. Isso ocorre quando a pessoa faz série de perguntas detalhistas buscando provar que suas suspeitas são verdadeiras.

b) Perda de Espontaneidade: quando o ciumento começa a perder o controle perde também a espontaneidade e leveza do início da relação. Um simples comentário pode originar uma crise de ciúmes. 

c) Invasão de Privacidade: depois do interrogatório, vem a fase que chamo de investigativa. Antes da era digital, o ciumento neurótico realizava perseguições e campanas para tentar descobrir alguma mentira ou traição. Com o advento do celular com internet, passou a invadir a privacidade de maneira sorrateira (escondida) ou obrigando a repartição de senhas de redes sociais e aplicativos de mensagens para monitorar e vigiar a pessoa com quem está se relacionando. 

d) Amor e Raiva: muito cuidado com a alternância de humor. Num instante a pessoa com quem você se relaciona se mostra apaixonada e carinhosa, mas em seguida, por causa de uma bobagem, surge o ódio repentino e inesperado. Feições e comportamentos mudam drasticamente. 

e) Medo: um dos sentimentos que nasce com o ser humano e que está em seu arcabouço mental, é o medo. Ele tem a função de proteger dos perigos. O medo nos coloca em estado de alerta, previne de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento. Quando surge durante o relacionamento, nada mais é que um aviso do seu inconsciente de que é preciso tomar medidas proativas no tocante a segurança; e a melhor delas é o afastamento. Nas dezenas de casos de feminicídios que acompanhei, ficou claro que as mulheres assassinadas deram várias chances ao agressor. É o que chamo de relacionamento chiclete, vai e volta diversas vezes. Mas é importante ressaltar, que a próxima agressão será sempre mais violenta que a anterior. Faço comparação com o efeito das drogas nos usuários, onde o aumento da dose se torna necessário para alcançar os mesmos efeitos.

Com as informações acima, fica mais fácil fazer a prevenção durante o relacionamento. O problema, é quando a baixa autoestima e/ou carência em demasia faz com que a pessoa crie a seguinte percepção: 

“Ruim com ele, pior sem ele”.

Aí urge uma pergunta importante:

  

A pessoa que está enfrentando um relacionamento abusivo e não consegue deixar o agressor, mesmo tendo medo dele, o que deve fazer? 

A melhor saída é, inicialmente, compartilhar o problema que está vivenciando com pessoas de confiança, como familiares e amigos, mas o melhor mesmo é buscar ajuda psicológica e jurídica.  

 

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