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Julgar é fácil, difícil é se colocar no lugar do outro Email

 

A coisa mais fácil do mundo é apontar defeitos nos outros. Na verdade, geramos expectativas que se não cumpridas à risca geram frustração e depois crítica.

Se o outro não fizer algo que esperávamos, logo é taxado de preguiçoso. Por outro lado, quando deixamos de cumprir algum compromisso, a culpa é da correria do dia a dia.

Se alguém aponta um erro, logo concluímos que a língua é ferina. Mas quando resolvemos dar um toque na vida alheia, isso chama-se crítica construtiva.

  

Fulano de tal passou por mim e não me cumprimentou:

“Puxa, que sujeito mascarado ou mal educado”.

Mas quando cometemos esse mesmo lapso:

“Puxa, foi pura distração mesmo”.

  

Se alguém procura agradar muito, pode dar a impressão que está com segundas intenções. O inverso é gentileza.

E quando alguém toma alguma atitude sem permissão, logo achamos que o excesso foi imperdoável. Mas quando agimos dessa mesma maneira, o motivo é iniciativa ou proatividade.

Se alguém luta por seus direitos até as últimas consequências, parece teimosia. Mas quando levamos nosso direito até o fim, é demonstração de luta por cidadania; pelo desejo de uma sociedade melhor para todos.

Portanto, quando pensar em julgar o outro, procure olhar primeiro pra dentro de você. Pois em muitos julgamentos mesquinhos, acabamos julgando nós mesmos na figura do outro.

 

Dr. Jorge Lordello 

 

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