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Pais que “passam a mão” na cabeça dos filhos Email

 

A mãe solicitou ao filho de 9 anos que fosse à quitanda do bairro comprar dois quilos de uvas. O dono do estabelecimento, Sr. Luis, pesou as uvas e entregou ao menino. O garoto voltou vagarosamente para o lar e entregou a compra e o troco para a genitora. Ao pegar o pacote, a mulher achou que estava muito leve e telefonou para o mercadinho: 

“Sr. Luis, meu filho acabou de comprar dois quilos de uvas com o senhor, mas parece que ocorreu engano com a pesagem”.

O comerciante replicou:

“A senhora pesou as uvas?”

A cliente respondeu sem pestanejar:

“Sim, pesei na venda ao lado de casa. Deu menos de dois quilos, cerca de 1.6 kg”.

O homem, tarimbado, explicou com calma:

“Pode ser que minha balança não esteja certa. Antes, porém, lhe dou a sugestão, que espero não leve a mal, de pesar também o menino, antes e depois de comprar uvas”.

Dona Lídia captou a mensagem e ficou em silêncio; o comerciante completou:

“Se desejar, pode vir aqui agora que testo a balança na sua frente”.

Ela agradeceu e desligou rapidamente o telefone.

Amigo leitor, a experiência de muitos anos trabalhando em plantão policial me ensinou que muitos pais preferem achar que seus filhos são sempre inocentes, no máximo induzidos por amigos, em caso de cometerem algo errado.

 

A conclusão, é que muitas famílias têm imensa dificuldade em enxergar problemas com sua prole. Acabam sempre arrumando uma desculpa ou justificativa.

Não impõe limites aos filhos, optam por uma postura benevolente, que nada vai agregar de positivo quando se tornarem adultos. No mundo “fora da saia da mãe”, ninguém irá passar a mão na cabeça de quem errou; muito pelo contrário...

 

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