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Lordello dá dicas para comprar celular usado e não ter problemas com a polícia Email

O aparelho mais vendido no Brasil é o celular, disso ninguém duvida.

Dados da Anatel indicam que em julho de 2018 nosso país contava com 234,7 milhões de celulares ativos, ou seja, temos mais smartphones que o número de brasileiros.

Como os aparelhos celulares são caros, o comércio de usados aumentou grandiosamente. É bastante comum ver anúncios na internet, amigos e até pessoas na rua oferecendo aparelhos usados.

Mas uma pergunta é fundamental:

Como saber se o celular usado oferecido não é produto de crime?

É importante o leitor entender que adquirir qualquer mercadoria roubada ou furtada pode trazer sérias complicações criminais, mesmo sendo de boa-fé.

A Avenida Paulista apresenta 15 ocorrências diárias de subtração de smartphones por dia.

No estado de São Paulo, cerca de 50 mil linhas celulares têm solicitação de bloqueio por mês em razão de crime ou extravio do aparelho.

Em 12 meses, quase 1.500.000 de brasileiros perderam ou tiveram aparelho celular levado por marginal.

Portanto, a conclusão é uma só:

“Muito cuidado ao adquirir celular usado, pois centenas de milhares de aparelhos estão circulando de forma ilícita”.

Mas como saber se não estou comprando gato por lebre?

Inicialmente, é importante o leitor saber que em casos de roubo, furto, perda ou extravio de telefone celular, a primeira providência indicada é solicitar bloqueio à operadora, isso para impedir sua utilização na rede nacional de telecomunicações. Para tanto, basta informar o número de série do aparelho, o IMEI, que está visível na nota fiscal de compra ou na etiqueta colada no aparelho, que é avistada ao retirar-se a bateria ou, ainda, ao se digitar no teclado o código *#06#.

Portanto, antes de adquirir, entre no site www.consultaaparelhoimpedido.com.br e insira o número do IMEI do celular usado que está desejando comprar. O resultado dessa consulta informa a situação do aparelho. As informações sobre impedimento estarão disponíveis para consulta em até 72 horas a partir da solicitação de bloqueio ou desbloqueio feita pelo usuário à sua operadora.

Para que ter todas as garantias, exija nota fiscal do produto e faça recibo de compra e venda contendo todos os dados do vendedor, tais como: nome completo, números do RG e CPF, data nascimento, endereço residencial e telefones para contato.

Outo dado importante, é checar se o aparelho está funcionando perfeitamente e se não tem nenhum dano aparente que possa prejudicar o uso. Não esqueça de testar a câmera, o áudio e se está vibrando quando necessário. Cheque também se o Wi-Fi está operando normalmente e a conexão da rede, bem como o GPS. Se o aparelho tiver biometria, faça o teste.

Insisto com o leitor que não adianta ter pressa na aquisição de celular usado, pois a dor de cabeça pode ser grande. Além de saber a origem do equipamento, é de suma importância verificar se está em pleno funcionamento, pois sabemos que qualquer conserto, por menor que seja, não é barato e pode inviabilizar a compra.

 

Dr. Jorge Lordello 

 

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