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Quinta-feira - 21 de Outubro de 2021

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Mas, afinal, quem mandou matar Marielle? Email

O assassinato da Vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista, trouxe debate acalorado às redes sociais e foi objeto de extensas pautas jornalísticas.

Que o crime foi premeditado, não resta a menor dúvida.

 Mas quem mandou matar a vereadora? Qual a motivação para cometimento de crime tão cruel?

A polícia, através do Departamento de Homicídios, até o presente momento, não manifestou nenhum juízo de valor. Não foi indicado nenhum suspeito ou suspeitos. A origem da ordem da possível execução ainda não foi atribuída a qualquer grupo de pessoas ou organização.

 Por outro lado, o presente crime é prato cheio para que diversas correntes ideológicas possam criar teorias da conspiração.

O Brasil, infelizmente, está numa fase de divisão política muito acentuada e radicalizada. Na defesa de seus princípios, quase nunca oportunos para a nação, as correntes ideológico partidárias nem sempre se valem de respeito e muito menos de ética apropriada. O outro lado é visto como inimigo mortal, que precisa ser aniquilado. As redes sociais e o WhatsApp são verdadeiros campos de batalha, sempre abastecidos com farta e pesada munição.

 Os que pendem para a direita, procuram arrasar o moral da vítima assassinada, colocando-a ao lado dos bandidos das comunidades; apontam facção criminosa como sendo responsável pela ordem de matar.

Os esquerdistas crucificam a polícia militar cantarolando o refrão:

 “Não acabou, tem que acabar, queremos o fim da polícia militar”.

Ou seja, defendem a tese que foi a polícia que organizou a emboscada, pois era ferozmente criticada pela vereadora, que lhes atribuía a autoria quando da ocorrência de mortes violentas de jovens nas comunidades cariocas menos favorecidas.

Os mais moderados ou menos radicais, levantam a hipótese que o assassinato da vereadora foi promovido por alguma das milícias cariocas.

Mas qual o embasamento para tantas conclusões diferentes?

O que vemos são apenas especulações, achismos e opinismos; cada “turma” buscando defender, através do drama da perda de duas vidas, seus próprios interesses ideológicos e políticos.

Para finalizar, trago a seguinte reflexão ao leitor:

Você pode não gostar da polícia, é direito seu!

Você pode não acreditar em Deus, também é direito seu!

Mas na hora que perceber um bandido tentando invadir sua casa, com certeza irá ligar para a polícia e torcer para que chegue o mais rápido possível; e enquanto ela estiver a caminho, estará rezando para Deus proteger sua família da crueldade dos marginais.

Acredito que a polícia civil do Rio de Janeiro irá prender os executores e mandante(s) do assassinato da vereadora e de seu motorista.

Agora, uma coisa é certa, muita gente vai dizer que a investigação foi direcionada para favorecer o lado “A”, “B” ou “C”.

 

Dr. Jorge Lordello 

 

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