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Em dezembro/2016, um jovem traficante maior de idade, de nome Matheus, juntamente com seus comparsas do Complexo do Lins, no Rio de Janeiro, ligados a uma importante facção criminosa, trocaram tiros com a polícia. Ele acabou sendo preso e em seu poder foi encontrado um rádio transmissor, 73 papelotes de maconha e quase 200 tubos plásticos com cocaína.

O problema é que em Junho/2017 foi colocado em liberdade pela Justiça, recebendo o direito de responder o processo criminal em liberdade.

Tal situação pede um questionamento:

O réu Matheus irá voltar ao mundo do crime ou vai procurar emprego digno, para mostrar à Justiça que se regenerou e aprendeu a lição?

O leitor pode estar pensando:

“Poxa Lordello, somente no futuro saberemos qual encaminhamento que Matheus deu à sua vida”.

E o futuro de Matheus se revelou sombrio! Ele está sendo apontado pela Divisão de Homicídios como um dos suspeitos pelo assassinato do tenente-coronel Luiz Gustavo Lima Teixeira, que atuava como comandante do 3° BPM (Méier) e deixou mulher e dois filhos.

O delegado responsável pela investigação levantou que quatro criminosos saíram de um carro para roubar na rua Hermengarda. Quando viram o polícia militar fardado, começaram a atirar. O carro em que estava o policial foi atingido por pelo menos 17 tiros.

"A gente apurou que os criminosos estavam dentro de um Audi A4, roubado no dia 23, pararam em um semáforo na Rua Lins de Vasconcelos com a rua Hermengarda. Pelo menos quatro desembarcaram para praticar roubos contra quem estava lá. O coronel foi atingido bem no início desse confronto", afirmou o delegado.

Mais uma vez a história se repete; um bandido perigoso, que estava preso, ganha a liberdade após poucos meses de prisão. Ele volta para o bando criminoso do qual é associado e passa a agir com muito mais violência e agressividade. Provavelmente, o fato de ter sido preso anaboliza seu o currículo, fazendo-o galgar posto mais alto na facção, com mais relevância e prestígio.

O Disque-Denúncia divulgou cartaz em que oferece recompensa de R$ 5 mil por informações que levem à prisão de Matheus.

 

 

 

Se Matheus ainda estivesse atrás das grades, talvez o policial militar estaria vivo, no seio de sua família e trabalhando contra marginais.

Muitas de nossas leis penais são absolutamente incoerentes para com a realidade do cotidiano nacional e radicalmente contrárias aos anseios populares. Parece que nossos legisladores, e muitos dos magistrados da Terra Brasilis, vivem em outra dimensão, prova disso são suas ações em prol da segurança nacional, melhor dizendo, por sua omissão quanto a elaborar ferramentas jurídicas adequadas ao arrefecimento da criminalidade que nos assola. 

Insistem no conceito errático que prisão não resolve, que marginais devem ser acariciados e contemplados com mais e mais benefícios legais que evitem seu encarceramento.

Para tais representantes do povo, se é que representam o povo trabalhador e observador das regrais sociais, os bandidos devem ser livres para bem praticar seu ofício odioso.
Mas, voltando à notícia do assassinato do oficial PM, temos que nos reportar a 1973, em pleno regime militar, quando foi elaborada e colocada em vigor a lei 5941, em 22/11/1973, instrumento esse ainda em vigor, um dos tantos que respalda a soltura de marginais de alta periculosidade para responderem em liberdade por seus crimes. 

Essa lei, espúria desde seu nascedouro, foi uma das alavancas dos absurdos índices criminais do Brasil, pois que dificulta que se mantenha criminosos no cárcere. Livres até a última instância da justiça, favorecidos pelo tempo e burocracia judiciária, se mantêm ativos, ceifando vidas, destruindo famílias, patrimônios e a esperança de uma pátria mais justa e em paz.
Até quando, até quando??????

 

Dr. Jorge Lordello 

 

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