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De quem é a culpa na hora da separação? Email

Um homem tinha três namoradas e não sabia com qual delas deveria se casar; estava envolvido emocionalmente com todas. Cada uma tinha algo que lhe chamava a atenção. Resolveu, então, fazer um teste para ver qual das moças estava mais apta a contrair matrimônio. Deu R$ 5 mil para cada uma e disse:

 “Gaste com o que quiser!”

A primeira foi ao shopping, comprou roupas, lingeries provocantes, bijuterias finas, foi ao salão de beleza e etc.. Voltou para o homem e disse:

“Gastei todo o seu dinheiro assim para ficar mais bonita para você e lhe agradar. Tudo isso porque te amo”.

A segunda também foi ao shopping, comprou roupas para ele, uma televisão moderna, dois ternos e DVDs de filmes que ele adorava. Voltou para o namorado e disse:

“Gastei todo o seu dinheiro assim para lhe fazer mais feliz e demonstrar que te amo”.

A terceira pegou o dinheiro e investiu em ações. Em uma semana duplicou o investido, devolveu os R$ 5 mil para o homem e disse:

“Apliquei seu dinheiro e ganhei o meu. Agora posso fazer o que quiser com o meu dinheiro. Tudo isso porque eu amo você”.

Ele estava mesmo disposto a subir ao altar com uma delas e ser fiel para o resto da vida. Pensou, refletiu, ponderou muito e decidiu se casar com aquela que tinha a silhueta mais provocante.

Amigo leitor, assim é a vida; todos temos direito a escolhas. Se delas advirem benefícios, ótimo. Mas se redundarem em problemas, é nossa obrigação assumir; o risco é para o bem e para o mal.

Muita gente reclama do(a) parceiro(a) quando ocorre a separação; geralmente a culpa é do outro e nunca nossa. Não podemos esquecer daquelas pessoas que dizem que o(a) companheiro(a) apresentou mudanças de caráter ou personalidade durante a vida em comum. Será que é verdade? Ou será que preferimos não enxergar o problema na época de namoro ou fingir que não existia tal dificuldade ou incompatibilidade?

Uma coisa é certa, quem resolveu arriscar, mesmo sabendo das dificuldades que iria encontrar, também tem responsabilidade na hora da separação.

 

Dr. jorge Lordello 

 

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