Página Inicial arrow Cuidados no Dia-a dia arrow “Eu assalto aquilo que vejo; o que não vejo, eu não desejo”
Domingo - 29 de Março de 2020

Segurança da Mulher

Assédio Sexual
Dicas Especiais

Segurança no Trabalho

Incêndio

Segurança da Informação

Espionagem Industrial

Frases do Dr. Lordello

frase1.png

Enquete

Quais as razões para o aumento da criminalidade?
 

Cadastre-se no Portal

Cadastre-se no Portal e receba nossos informativos periodicamente, além de concorrer a livros e convites para palestras.

:




Redes Sociais

Visite nosso canal no Youtube!
Conecte-se ao Facebook!

Nossos Parceiros

Lordello Consultoria
ATS Terceirização
Protecães
JSEG Vigilância
Leão Serviços
NR Service
Grupo Padrão
QAP Segurança
Porto Service
Grupo GP
Avitran
Full
Good Clean
FL Terceirização
Comunicação Juridica
Wall Service
Terras de Gênova
Top Clean
Méthodo Gestão Educacional
ASC Service
Ganhe mais visibilidade. Anuncie aqui!
Life Condomínios
Seguridade
Grupo Vip
Condomínio em Foco
Crimes & Acidentes
Grupo Titanium
Associação Nacional de Agentes de Segurança
Pro Security
Método Lordello de Treinamento em Segurança

Quem está On-line

“Eu assalto aquilo que vejo; o que não vejo, eu não desejo” Email

Imagine a seguinte situação agradável e corriqueira em cidades litorâneas: início de uma tarde ensolarada de sábado; praia lotada; um megulho nas águas mornas é tentação irresistível. Ao sair de banho de mar, surgem alguns jovens que cercam o banhista até então feliz com o passeio. Um deles exibe arma de fogo; um revolver calibre 38 de cano curto. Mas o que podem querer roubar se o homem apenas usava calção?

O ladrão armado fez o pedido: “Passa a correntinha de ouro do pescoço senão te mato?”.

Testemunhas dizem que a vítima teria tentado reagir. O perverso bandido não hesitou e efetuou três disparos à queima roupa. Um deles atingiu a mão direita do turista, um se alojou em uma das pernas e o último no tórax. O homem, de 40 anos, foi socorrido e após delicada cirurgia, permanece em estado grave no hospital local. O fato é verídico e aconteceu no dia 19.03.2016,  na praia do Itararé, na cidade de São Vicente/SP.

Em fev/2016, uma turista argentina foi morta a facadas durante tentativa de roubo que ocorreu entre os Postos 2 e 3 da Praia de Copacabana/RJ. O que teria motivado o interesse de dois bandidos teria sido o celular que a vítima carregava em uma das mãos.

Há 25 anos realizo pesquisas criminais com o intuito de entender mais sobre a dinâmica do crime; o que pensam os marginais, quais são suas motivações, como agem e etc. Minha intenção é extrair o máximo de informação possível para criar orientações e estratégias de segurança para que as pessoas de bem possam minimizar risco de abordagem criminosa.

Restou claro em minhas pesquisas, que depois da popularização do crack os usuários se tornaram mais violentos e perversos. Passam a viver única e exclusivamente pela droga. Com isso, os freios sociais são afrouxados; a família não mais importa e, por conseguinte, muito menos as regras da sociedade. Matar ou morrer pouca importa; o que importa mesmo é ter condições financeiras de adquirir diariamente a poderosa droga. Como não trabalham licitamente, a única maneira é roubar algum objeto de valor, geralmente celular, notebook, relógio, documentos, bolsa feminina, joias e bijuterias finas para, imediatamente, trocarem por pedrinhas de crack, que serão consumidas rapidamente.

A estratégia para localizar vítimas é primitiva e pode ser resumida a uma colocação que ouvi de um crackeiro:

“Eu assalto aquilo que vejo; o que não vejo, eu não desejo”. Não há nenhum tipo de planejamento. A preocupação é apenas visual e ao enxergar o bem pretendido partem para o ataque, sem dó e piedade.

Portanto, a dica de segurança principal é manter escondido, principalmente quando estiver em locais públicos e de grande movimento, esses objetos de interesse dos criminosos.

 

Dr. Jorge Lordello 

 

< Anterior   Próximo >
 AdvertisementAdvertisement