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Você exibe nas ruas o “crachá” da empresa em que trabalha? Email

Recentemente, fui almoçar em um shopping localizado em bairro que possui muitos escritórios comerciais. Observei inúmeras pessoas ostentando “crachás” de empresas onde trabalham. Essas identificações profissionais, normalmente, têm foto, nome e algumas até o cargo ocupado pelo funcionário.

Vamos à pergunta que não quer calar: esse tipo de atitude pode ser prejudicial a segurança pessoal do trabalhador? Evidente que sim.

Pessoas mal intencionadas buscam informações privilegiadas para cometer crimes com ou sem violência. Principalmente nos crimes de extorsão mediante sequestro, fraudes e golpes, qualquer tipo de informação da vida privada ou profissional da vítima é arma poderosa para o planejamento do delito.

Desde o começo da moda, já há alguns anos, fui terminantemente contra a utilização dos chamados “adesivos da família”. Normalmente, são colados na parte traseira dos automóveis. No início, os colantes eram simples, em preto e branco. Com o aumento das vendas e o interesse frenético de proprietários de carros, foram se modernizando, ganhando cores e cada vez mais traduzem particularidades das familias. Minha preocupação é, principalmente, com os delitos praticados via telefone, que apelidei de "telemarketing do crime".

Através da placa de um auto pode-se conseguir o número telefônico de seu proprietário, que somado às informações contidas nos "adesivos da família", permite a marginais criarem golpes mais detalhistas, gerando, assim, maior veracidade e, consequentemente, danos muito maiores.

Nas palestras antissequestro que ministro, dedico capítulo especial ao que chamo de "currículo no carro", ou seja, oriento os participantes a tirar adesivos que indiquem locais frequentados, tais como: colégio, escola de idiomas, clube, academia de ginástica etc.

Com o advento dos smartphones e das redes sociais, diariamente, jovens e adultos expõem suas famílias em risco ao postarem fotos exibindo dados qualificativos, de moradia, situação financeira e também os locais onde costumam frequentar.

Voltando ao tema dos empregados que ostentam crachás de empresas em público, é importante salientar que com a identificação do nome da pessoa, que possa ser vista como vítima em potencial, é possível descobrir quase tudo a seu respeito através do google.

Portanto, repense sobre o tema “sigilo das informações”; tome medidas efetivas para não ofertar, ingenuamente, dados sobre sua vida no mundo real ou virtual.

 

Dr. Jorge Lordello 

 

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