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Como as empresas devem lidar com funcionários problemáticos e com os fraudadores? Email

É preciso que os responsáveis pelo RH das organizações compreendam que dificilmente poderão mudar ou corrigir pessoas problemáticas, portanto, após identificá-las, é necessário fazer uma avaliação do nível de desajuste de seus comportamentos. Funcionários desse tipo dão muito trabalho, geram conflitos e intrigas no ambiente de trabalho. A empresa não pode fazer “vista grossa”, muito pelo contrário, deve solucionar  o problema, evitando, assim, perder produtividade e talentos, pois muitos profissionais competentes não conseguem conviver com essas situações e, normalmente, mudam para organizações que ofereçam melhores condições para seu desenvolvimento.

Já os fraudadores, não requerem nenhum tipo de avaliação; demissão é a solução. Se não se deve aceitar funcionários fraudadores, incompetentes ou que não estão compromissados com a empresa, a única alternativa  que resta é a demissão.

E por falar em demissão, vou comentar rapidamente sobre os 3 tipos de demissão:

1)Por Iniciativa do Empregado

2)Por Iniciativa do Empregador em razão de justa causa  

3)Por Iniciativa do Empregador sem justa causa.

Mas o que é justa causa?

A demissão por justa causa é aquela motivada por uma justificativa, o que isenta o patrão de dar o aviso prévio e pagar alguns direitos trabalhistas. É a punição máxima que o empregador pode dar ao trabalhador por qualquer uma das faltas previstas em lei, que devem ser provadas. Para que se considere um caso como "justa causa", é necessário que o empregado tenha culpa, pois não é possível responsabilizá-lo se não agiu de má fé.

O que caracteriza "justa causa" é: desobediência, roubo, abandono de emprego, violência, má conduta, negligência ou preguiça e negociação habitual, por conta própria ou alheia, sem permissão do empregador, como vender o produto fabricado paralelamente, sem o patrão saber.  Não podemos esquecer que a prisão do empregado ou qualquer tipo de fraude contra a empresa, também caracteriza justa causa.

Em caso de demissão por justa causa, o empregado deverá ter cometido uma das faltas constantes no artigo 482 e suas alíneas da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Ou seja, o empregador não pode demitir por justa causa sem especificar a falta cometida. Outro ponto que suscita muita dúvida na hora de demitir o funcionário que cometeu crime contra a empresa, é se deve ou não ser denunciado à polícia.

Em nosso trabalho de campo, constatamos que a maioria das empresas não formaliza denúncia, ou seja, sequer registra Boletim de Ocorrência. Muitas empresas acabam fazendo um acordo com o funcionário faltoso. Ocorre que, em diversos casos, esses acordos verbais entre as partes não são respeitados. É muito comum, ex-funcionário, nessa condição, apresentar reclamação trabalhista contra o antigo empregador, que, ao defender-se na justiça do trabalho, narra o crime cometido pelo reclamante, mas, como não está resguardado por documento oficial que comprove a ilegalidade cometida, acaba sendo condenado por dispensa imotivada. 

A justiça trabalhista tende a não considerar acusações não são baseadas em provas materiais.

 

Dr. Jorge Lordello 

 

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