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Você sabe o que é “estelionato emocional”? Email

Você emprestaria dinheiro à namorado(a) se ele(a) pedisse?

Acredito que se a pessoa estiver apaixonada, a probabilidade de atender o(a) parceiro(a) será grande.

Tomei ciência de fato inusitado no mundo jurídico, envolvendo ex-casal.
O rapaz, de nome Amarildo, fazia diversos pedidos via torpedo à apaixonada Cristina:
“Se for possível, põe um creditozinho no meu cel”. “Você pode passar R$ 30,00 para a minha conta? preciso resolver um probleminha aqui”. “Dá pra por 50,00? quero lanchar no caminho”.

O rapaz, de 29 anos, pedia dinheiro à namorada com frequência; alegava estar aguardando nomeação no trabalho. O problema, é que a contratação já demorava longos meses, e para piorar, Cristina descobriu que o “príncipe encantado” estava mantendo relacionamento com outra mulher.

Além de desrespeitada, ela se sentiu vítima de “estelionato emocional”.

Resolveu então contratar advogado para tentar recuperar o prejuízo financeiro e também pleitear indenização pelos danos morais sofridos.

Apesar de Amarildo ter contestado o pedido sob argumento que não havia ocorrido empréstimo, mas tão somente "ajuda espontânea", o juiz de direito, ao julgar a ação interposta, entendeu que Cristina ajudara o namorado em virtude da estabilidade do relacionamento, pois esse tipo de comportamento é normal entre pessoas que planejam um futuro em comum. Consignou, ainda, que o namorado agira de má fé, pois apenas havia mantido o relacionamento para adquirir vantagens pecuniárias.
Portanto, o condenou a ressarcir o montante emprestado, devidamente corrigido, para Cristina, que estava com o nome negativado e, consequentemente, perdera o crédito.
Amigo leitor, não esqueça do antigo provérbio português: “Amigos, amigos. Negócios á parte”.

 

Dr. Jorge Lordello 

 

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