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É melhor desconfiar do que ser assaltado! Email

Uma das primeiras lições de segurança que os pais costumam dar aos filhos, é a seguinte:

“Não converse com estranhos na rua, pois é muito perigoso”.

A intenção é que os filhos fiquem bem longe de desconhecidos. O conselho é absolutamente correto e deve ser seguido, no entanto, os próprios pais dão péssimo exemplo, quando, entre outras situações, ao pararem o carro num semáforo vermelho batem papo, tranquilamente, com supostos vendedores ambulantes e pedintes, correndo risco desnecessário de serem vítimas de assaltos.

No final de agosto/2014, uma motorista, perdida no centro da cidade de São Carlos/SP, resolveu estacionar seu veículo e pedir orientação a um estranho na rua. Para complicar, deixou o carro aberto e com a chave na ignição. Deu azar, foi falar justamente com um ladrão, que não perdeu a oportunidade. O sujeito, ladino, se propôs a indicar pessoalmente o caminho, mas após alguns metros retornou correndo, entrou no carro da moça e deu a partida. A vítima conseguiu entrar pelo lado do passageiro quando o veículo já estava em movimento, e uma luta começou dentro do carro. O veículo acabou colidindo com um auto estacionado e o marginal fugiu a pé.

Ao entrevistar centenas de vítimas que foram assaltadas em vias públicas, concluí que o início de muitos crimes se dá após uma frase:

“Por favor, o senhor pode  me informar as horas?” ou “Não estou encontrando a rua tal pode me ajudar?”.

A intenção do bandido é fazer com que a provável vítima reduza a velocidade de seus passos e pare para lhe dar atenção. É nesse momento que ele mostra, de forma discreta, a arma, e, sem que as pessoas ao lado percebam, subtrai os pertences da vitima, geralmente celular, carteira e relógio. Depois, ordena que ela se afaste sem olhar para trás.

Os golpes de estelionato apresentam a mesma estratégia. O cliente está na fila de um banco e alguém simpático começa a puxar papo. No caixa eletrônico, malandros percebem quando a pessoa está com dificuldades de lidar com o equipamento e aí se apresentam de forma atenciosa, propondo ajuda.

Posso garantir ao amigo leitor que ninguém o irá parar na rua ou puxar papo dentro do banco ou loja para dar algo de bom. A probabilidade maior é que um crime esteja sendo iniciado.

 

 

Dr. Jorge Lordello 

 

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