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A cleptomania e o furto por carência afetiva Email
O leitor deve ter conhecido pessoas que, mesmo sem a menor necessidade financeira, apresentavam o hábito de praticar pequenos furtos no cotidiano. Esses indivíduos, em sua compulsão, se satisfazem em surrupiar coisas simples, até de baixo preço, como uma simples barra de chocolate do balcão da padaria, uma caneta do escritório ou frutas na feira. A  atriz americana Winona Ryder, foi condenada por subtrair acessórios femininos em uma loja. Quem tem esse tipo de atitude, é chamado de cleptomaníaco, que nada mais é, que a recorrência de impulsos em cometer furtos de pequena monta. Mesmo sabendo que está cometendo algo reprovável e criminoso, a vontade é maior que o discernimento de não praticar. Especialistas afirmam que a cleptomania começa no final da adolescência e é considerada uma doença crônica. Geralmente, esse tipo de conduta é identificada em mulheres de aproximadamente 35 anos e nos homens na casa dos 50. Estatisticamente, encontramos mais casos de cleptomania entre mulheres do que em homens. Por outro lado, as mulheres, quando percebem o problema, procuram tratamento médico mais rapidamente que os homens, que têm certa relutância. A psicóloga Lizandra Arita, explica que os “furtos banais são cometidos geralmente por jovens e são resultado de uma combinação de falta de responsabilidade e de reconhecimento. A sociedade ainda não os reconheceu como cidadãos e eles não se sentem capazes. Muitos são dependentes dos pais e não têm autonomia suficiente”. Para ela, a “carência afetiva pode acelerar o impulso por esse tipo de comportamento. A maior parte dos objetos que essas pessoas furtam não têm valor financeiro. Esses delitos não são para sobreviver, mas para chamar atenção”.  A psicóloga diz que há grande diferença entre pessoas que sofrem dessa carência e os portadores de cleptomania. Para a legislação penal, pouco importa qual o motivo que levou uma pessoa a subtrair algo de pequeno valor. Na prática, o infrator detido com a “boca na botija”, será conduzido à delegacia mais próxima e autuado em flagrante delito. Portanto, para que isso não aconteça mais cedo ou mais tarde, é melhor procurar tratamento psicológico ou psiquiátrico.
 
Dr. Jorge Lordello 
 

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