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Mentir deve ser direito do suspeito ou punido como crime? Email
Da mesma maneira como a maioria das pessoas repudia a mentira, muitos não gostam de pessoas extremamente sinceras. Será que mentir em algumas situações se faz necessário?  Vamos supor que você encontre familiar ou amigo(a) Íntimo(a) que acabou de cortar o cabelo e que lhe faça a pergunta: O que achou do meu novo visual? A “porca começa a torcer o rabo” no momento em que sua opinião é desfavorável. Nesse tipo de situação, é melhor falar a verdade e criticar o corte ou tecer elogios imerecidos? A chamada “mentira social” ou “mentirinha do bem”, é algo plenamente aceitável, pois a sinceridade plena e exagerada pode trazer sérios problemas. Um escritor irlandês, certa vez, disse que “pouca sinceridade é uma coisa perigosa e muita sinceridade é absolutamente fatal”. O ato de mentir começa na infância. Crianças distorcem a realidade para evitar punições mais rígidas, mas elas ainda não possuem entendimento moral sobre a mentira. É apenas uma questão de evitar sofrimento. Mas se no âmbito familiar o filho perceber que a mentira se faz presente rotineiramente, é claro que usará essa ferramenta para levar vantagem ou escapar de enrascadas no seu dia a dia. Com o advento da internet, foi criada a categoria dos “mentirosos cibernéticos”. Mentir “olho no olho” é muito mais difícil que enviar e-mail com conteúdo enganoso. A universidade Brigam Young, nos EUA, realizou pesquisa inédita cujos resultados demonstraram que pessoas que escrevem inverdades através de torpedos, redes sociais e mensageiros instantâneos tipo Skype, demoram mais para digitar. No entanto, não é tão fácil perceber essa sutileza, pois as pessoas que estão conversando virtualmente não estão frente a frente. Por isso, todo cuidado é pouco. Mentir para não magoar alguém pode ser até aceitável, mas quando para prejudicar outrem deveria ser repudiado e punido severamente. Infelizmente, a cultura do “jeitinho brasileiro” e a famigerada “lei de Gerson” não preservam a ética da verdade. O Direito Penal brasileiro legalizou a “mentira” e estabeleceu que é um direito da defesa. Por outro lado, o direito americano estabeleceu a “verdade” como dever de todo cidadão, tanto é, que é considerado crime de perjúrio o ato de faltar com ela, tanto em relação às perguntas formuladas por policiais como também na fase judicial.
 
 
Dr. Jorge Lordello 
 

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