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Para que servem as leis? Alguém sabe? Email
Era o primeiro dia de aula na faculdade; o professor de “introdução ao direito” entrou na sala e rapidamente perguntou o nome do aluno de 18 anos que estava sentado na primeira fileira: “Chamo-me Fernando, mestre”. “Você é um estúpido, nem esperou me apresentar aos colegas de classe! Retire-se imediatamente e só retorne quando eu autorizar”. O tímido rapaz ficou desconcertado e totalmente encabulado. De cabeça baixa, pegou a mochila, abriu a porta e foi embora. Todos ficaram assustados e indignados, porém ninguém teve coragem de protestar. Ato contínuo, o advogado se apresentou; mostrou vasto currículo e em seguida fez a seguinte pergunta: “Para que servem as leis?”. Uma moça que estava sentada no fundo levantou a mão e respondeu: “Para que haja ordem em nossa sociedade”. O mestre arregalou os olhos e bradou: “Que resposta ridícula”. Outro jovem arriscou: “Para serem cumpridas, é claro”. O professor balançou negativamente a cabeça e outro colega de classe disse: “Para que as pessoas erradas paguem por seus atos”. “A resposta certa não é essa”, explicou o advogado. “Para que haja justiça”, falou timidamente uma moça de cabelos loiros, provocando euforia no professor: “Até que enfim! Parabéns, mostrou inteligência”, mas soltou outra indagação: “E agora, para que serve a justiça?”. Os alunos já estavam um tanto quanto incomodados, mas seguiram respondendo: “Para salvaguardar os direitos humanos”. “E o que mais?”. Outro murmurou: “Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem”. O exaltado professor replicou: “Nada mal, mas poderia ter sido muito melhor. Vou fazer agora a última pergunta: agi corretamente ao expulsar Fernando da sala de aula?". Todos ficaram calados, ninguém respondia. “Quero uma resposta decidida e unânime!”. O coro foi forte: “Não”. “Vocês estão querendo insinuar que cometi grave injustiça?”. A maioria gritou: “Sim”. E o professor concluiu, dando a primeira lição aos jovens alunos: “E por que ninguém fez nada a respeito? Por que ficaram calados? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês têm a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça no cotidiano. Não se calem quando tiverem a lei ao seu lado”. Os jovens ficaram em silêncio. Em dado momento, o professor abre a porta, manda Fernando entrar, o apresenta como sendo seu filho, e diz: “Obrigado por me ajudar a fazer com que o sangue nas veias desses alunos corra com mais intensidade em favor da justiça”. 
 
Dr. Jorge Lordello 
 

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