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Segunda-feira - 15 de Agosto de 2022

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Armamento não letal pode matar! Saiba por quê? Email

O brasileiro Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, que morava na Austrália, acabou falecendo em março/2012, após ser perseguido pela polícia daquele país. Foi acusado de furto de bolacha em uma loja que funciona dentro de posto de gasolina. O caso repercutiu internacionalmente e inquérito foi aberto para apurar se os policiais usaram de força excessiva na detenção do suspeito, que estava desarmado. Os investigados alegaram que restou comprovado que o suspeito havia consumido LSD, e em razão do uso da droga, sofrera alucinações enquanto corria pelas ruas de Sydney. 7 policiais participaram da perseguição e utilizaram armamento não letal. Três latas de spray de pimenta foram usadas a 10 centímetros do rosto do brasileiro, quando o recomendado nos treinamentos são 60 centímetros. Além disso, 14 disparos elétricos, promovidos pela arma conhecida por Taser, atingiram o corpo de Roberto Curti, mesmo quando já estava algemado. O policial Gregory Cooper disse no inquérito que o uso de tasers não era "apropriado nem necessário". Outro ponto relevante, é que vários policiais agarraram o suspeito no chão, proporcionando pressão equivalente a meia tonelada em seu corpo. O mais curioso, é que a autópsia não revelou a causa mortis, que ainda é apurada. Para completar em nenhum momento os policiais chamaram ambulância mesmo percebendo que o suspeito passava mal. O uso progressivo da força é uma tendência mundial, que os órgãos de segurança pública e privada procuram colocar em prática, com o objetivo de minimizar danos físicos e morte de pessoas envolvidas com a criminalidade. Devemos compreender que força é toda decisão compulsória sobre uma ou mais pessoas, visando que reduzam ou parem atitudes que não são permitidas. Em muitos casos, somente a força é capaz de inibir ou minimizar a vontade de alguém ou grupo de pessoas. O uso progressivo da força consiste na seleção adequada de opções da força pelo policial, guarda municipal ou vigilante, em resposta ao nível de submissão do indivíduo suspeito ou infrator a ser controlado. Na prática, é o escalonamento dos níveis de força conforme o grau de resistência ou reação do oponente. Neste caso, o brasileiro que morava na Austrália foi perseguido por diversos policiais que fizeram uso contínuo da arma de choque Taser em suas costas, atitude que reprovamos, pois naquele momento não estava em risco a integridade física dos agentes. Bastaria aos sete policiais a tranquilidade e profissionalismo de esperar o momento certo de abordar, dominar e render um único homem!

 

Dr. Jorge Lordello

 

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