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Quinta-feira - 13 de Agosto de 2020

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Dois advogados que atuavam na mesma região se encontram no estacionamento de motel e, constrangidos, reparam que cada um estava com a mulher do outro. Após alguns instantes silentes pela "saia justa" formada, mas mantendo a compostura própria dos operadores do direito, em tom solene e respeitoso um diz ao outro:
“Nobre colega, inobstante este fortuito imprevisí­vel, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o “correto” seria que minha esposa venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu automóvel”. O outro advogado ajeitou a gravata e sustentou oralmente sua opinião sobre o desfecho daquele imbróglio matrimonial: “Concordo com o nobre colega que essa seria a forma mais “correta” de se resolver esta pendenga, mas no entanto, acredito, salvo melhor juízo, que não seria “justo”, levando-se em consideração que o Douto Causídico e minha esposa estão saindo e eu e sua esposa estamos entrando no estabelecimento”. O Imperador da Turquia, no século XIII, abordou o mestre Nasrudin com o seguinte dilema: “Se eu colocasse em um prato moedas de ouro e em outro depositasse boa dose de justiça, qual você escolheria?”  “Certamente escolheria o prato de moedas de ouro”, disse sem pestanejar. O governante se surpreendeu com a resposta tão pouco nobre e retrucou: “Como? Dinheiro? O que dinheiro tem de tão especial?” O sábio, ao invés de responder, replicou com outra indagação: “Quer dizer que o senhor escolheria justiça?” Rapidamente, o Imperador explicou: “Claro Nasrudin! A justiça é coisa que nem sempre se encontra, portanto, rara”. E o mestre concluiu: “O senhor escolhe assim como eu, o que lhe faz falta! O senhor escolhe justiça porque não a tem”. Após sair da banca de jornal, um homem vê uma mulher estacionando linda Porsche de cor prata. Ficou imaginando se tivesse condição financeira para ter um carrão como aquele. Repentinamente, ele observa pequena placa de vende-se no vidro lateral e se espantou ao ver o valor...o maravilhoso veículo estava sendo oferecido por apenas R$ 350,00. Imediatamente, interpelou a proprietária: “Perdoe-me a intromissão, mas a senhora deve ter esquecido de acrescentar alguns zeros no preço do veículo. A resposta foi surpreendente: “O preço é esse mesmo...se gostou e tiver dinheiro, lhe vendo agora”. O homem, não acreditando no que ouvia, disse: “A senhora sabe quanto custa sua Porsche?”  “Claro que sim, o valor real é correspondente a uma boa casa”, esclareceu a vendedora. “Mas por que deseja vender esse lindo carro por preço tão baixo?”. A resposta surpreendeu: “Ontem meu marido viajou para a Europa a negócios e sem querer descobri que na verdade foi passear com a amante. Hoje pela manhã me telefonou mandando vender o carro e depositar o dinheiro na conta dele. Ele irá receber exatamente o que merece”.

Dr. Jorge Lordello

 

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